O laudo do laboratório vem em tabela; a lavoura é um mapa. O processamento é o que transforma uma coisa na outra: cada ponto de coleta ganha coordenada, a variação entre os pontos é modelada por geoestatística, e o resultado é uma superfície contínua que mostra onde o problema está — e onde não está. É esse mapa que sustenta a dose variável e evita aplicar corretivo onde não precisa.